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Pirâmide Alimentar para Crianças de 2 a 3 anos
Serviço de Atendimento ao Profissional - Trabalhos Científicos

Artigo publicado na Revista de Nutrição.
Vol.16 no.1 Campinas Jan./Mar. 2003

Autores: Sonia Tucunduva PhilippiI; Ana Teresa Rodrigues CruzII; Ana Carolina Almada ColucciIII

I Departamento de Nutrição, Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo. Av. Dr. Arnaldo, 715, 2º andar, 01246-904, São Paulo, SP, Brasil

II Mestre em Nutrição Humana Aplicada, do Curso Interunidades, Universidade de São Paulo

III Mestre, área de concentração Nutrição, Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo

RESUMO

Com a finalidade de promover orientação nutricional e hábitos alimentares saudáveis para crianças de 2 a 3 anos de idade, fez-se a adaptação da Pirâmide Alimentar. A pirâmide foi baseada em dieta padrão (1300kcal) com seis refeições, calculada de acordo com as recomendações para a idade. As porções e os equivalentes foram estabelecidos de acordo com o total de energia de cada alimento utilizando-se o software Virtual Nutri. Foi avaliada a distribuição percentual dos macronutrientes em relação ao valor energético total, obtendo-se 15% para proteínas, 59% para carboidratos e 26% para lipídios. Foram calculados ainda os valores para ferro total e ferro biodisponível. Os alimentos estão organizados em oito grupos: arroz, pão, massa, batata, mandioca (5 porções), verduras e legumes (3 porções), frutas (3 porções), carnes e ovos (2 porções), leite, queijo e iogurte (3 porções), feijões (1 porção), óleos e gorduras (1 porção) e açúcares e doces (1 porção). A pirâmide alimentar apresenta-se como um instrumento importante para orientação nutricional, servindo como guia para o planejamento de uma alimentação saudável para crianças de 2 a 3 anos de idade.

Termo de indexação: criança, dieta, hábitos alimentares, pirâmide alimentar.

INTRODUÇÃO

Nos primeiros anos de vida, é essencial para o crescimento e desenvolvimento da criança uma alimentação qualitativa e quantitativamente adequada, pois ela proporciona ao organismo a energia e os nutrientes necessários para o bom desempenho de suas funções e para a manutenção de um bom estado de saúde1. As práticas alimentares são adquiridas durante toda a vida, destacando-se os primeiros anos como um período muito importante para o estabelecimento de hábitos alimentares que promovam a saúde do indivíduo.

Para as crianças entre 2 e 3 anos de idade, a alimentação deve ser capaz de suprir as demandas de macro e micronutrientes2. A necessidade de maior cuidado em relação à alimentação deste grupo decorre principalmente do fato de nessa faixa etária ocorrer a incorporação de novos hábitos alimentares, implicando o conhecimento de novos sabores, texturas e cores, experiências sensoriais que influenciarão diretamente o padrão alimentar a ser adotado pelo infante3. Durante este período, a alimentação da criança pode ser a mesma da família, com algumas adaptações em relação à forma de preparo e apresentação dos alimentos de acordo com a idade3,4.

As crianças com 2 e 3 anos de idade apresentam maior estabilidade no crescimento, devido à diminuição da velocidade de ganho de peso e estatura, o que condiciona diminuição do apetite. Por isso, as demandas de energia e de proteínas por quilo de peso diminuem em comparação com as necessidades durante o primeiro ano de vida2.

Nesta fase, o infante está desenvolvendo sua coordenação motora, com destaque à aquisição da capacidade de se alimentar sozinho. O estabelecimento de horários regulares para as refeições e a seleção de utensílios (copos, pratos e talheres) adequados para cada idade apresentam-se como condição importante para a aceitação e experimentação dos alimentos. Os lanches, como refeições intermediárias, devem ser saudáveis, pois nesta idade os hábitos alimentares estão em formação2,4.

O apetite da criança de 2 a 3 anos é irregular e pode variar de um dia para o outro. Assim, em um dia ela pode aceitar determinado alimento e no outro recusá-lo, atitude que pode originar ansiedade na família e nas pessoas responsáveis pelo seu cuidado5.

Recomenda-se fazer a introdução de novos alimentos e preparações de forma gradual, respeitando-se os interesses da criança e auxiliando no aprendizado do consumo de uma dieta equilibrada. A criança, ao experimentar e aceitar o alimento, apresenta uma grande chance de aprová-lo e incluí-lo em seus hábitos alimentares4,6.

Conduzir de forma apropriada a alimentação da criança requer cuidados relacionados aos aspectos sensoriais (apresentação visual, cores, formatos atrativos), à forma de preparo dos alimentos (temperos suaves, preparações simples e alimentos básicos), às porções adequadas à capacidade gástrica restrita e ao ambiente onde serão realizadas as refeições, que são fatores a serem considerados, visando a satisfação de necessidades nutricionais, emocionais e sociais, para a promoção de uma qualidade de vida saudável4,6.

A alimentação, envolvida por emoções e sensações, apresenta-se como um ato de convívio social, no qual os alimentos são fortes representações psicológicas criadas em cada indivíduo, a partir do seu relacionamento único e intransferível com os produtos a serem ingeridos por ele. Essas experiências são conduzidas desde o nascimento, com o aleitamento materno e, posteriormente, com ações e reações diante dos alimentos, e influenciadas constantemente pela forma como eles são oferecidos.

A criança deve consumir a quantidade de alimento necessária para alcançar seu potencial genético de crescimento. O tamanho corporal a ser alcançado na vida adulta não é de primordial importância; entretanto, o atraso no crescimento, devido às circunstâncias nutricionais e ambientais, está associado com maiores taxas de morbidade e mortalidade, com deficiências no aprendizado e com menor capacidade física e intelectual na vida adulta6.
As fases da vida pré-escolar e escolar e da adolescência são excelentes momentos para uma orientação nutricional ativa e participativa, portanto, a alimentação deve ser saudável e adequada a cada uma destas fases, respeitando-se as características individuais6,7.

Com a finalidade de orientar a população, são estabelecidos os guias alimentares, os quais devem ser entendidos como instrumentos educativos, para orientação nutricional e alimentar, que, baseados nas recomendações nutricionais, nos hábitos e nos comportamentos alimentares, informam os indivíduos sobre a seleção, a forma e a quantidade de alimentos a ser consumida. Diversos países têm apresentado guias de acordo com seus hábitos alimentares, disponibilidade de alimentos e necessidades nutricionais dos diferentes grupos populacionais8.

Os guias alimentares são expressos na forma de ícones (pirâmides, arco-íris, e outros), com os grupos de alimentos representados por figuras, em diferentes níveis, e com o estabelecimento das porções para o consumo. As medidas caseiras, os pesos em gramas e os equivalentes em energia dos diferentes alimentos consumidos em refeições representam as orientações básicas para uma alimentação saudável. Peña & Molina (1998)9 também descrevem o Guia Alimentar como "instrumento educativo que adapta os conhecimentos científicos sobre requerimentos nutricionais e composição de alimentos em mensagens práticas que facilitam a diferentes pessoas a seleção e o consumo de alimentos saudáveis".

Considerando a complexidade dos fatores envolvidos na alimentação das crianças de 2 a 3 anos e as dificuldades na oferta de uma dieta adequada, deve ser enfatizado o papel fundamental dos pais, educadores e profissionais da área da saúde na formação de bons hábitos alimentares e na construção de uma atitude madura da criança em relação aos alimentos. Assim, surgiu a necessidade de desenvolver um instrumento para orientação nutricional, baseado na proposta da Pirâmide Alimentar, que fosse adaptado às crianças entre 2 e 3 anos de idade.

CASUÍSTICA E MÉTODOS

A partir da Pirâmide Alimentar adaptada para a população brasileira foram desenvolvidas outras pirâmides alimentares6,8,10-13. Esta pirâmide para crianças de 2 a 3 anos de idade foi baseada em dieta padrão planejada para esta faixa etária, contendo os alimentos mais comumente consumidos.

A quantidade de dieta de 1300kcal foi calculada de acordo com a recomendação14 para indivíduos nessa idade, estabelecendo-se as porções em função dos grupos dos alimentos (cereais, leguminosas, hortaliças, frutas, leite, carnes e ovos, açúcares e gorduras). O tamanho das porções foi adaptado de acordo com a faixa etária, considerando-se a limitada capacidade gástrica das crianças nessa idade.

A dieta foi elaborada com alimentos típicos e do hábito alimentar, distribuídos em seis refeições (café da manhã, lanche da manhã, almoço, lanche da tarde, jantar e lanche da noite).

O cálculo da dieta padrão foi realizado utilizando-se o software "Virtual Nutri"15 que possui informações de alimentos in natura; de preparações com alimentos básicos da dieta, realizadas no Laboratório de Técnica Dietética da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo; de alimentos industrializados, cujos dados foram obtidos diretamente nos Centros de Informação ao Consumidor das empresas e através de coleta dos dados expressos nos rótulos de embalagens.

As porções foram estabelecidas por refeição, de acordo com o total de energia de cada alimento e da dieta (1300kcal), respeitando-se o número de porções de cada grupo.

Foram elaboradas tabelas de alimentos com os equivalentes (em energia) de cada nível da pirâmide, com as respectivas porções em medidas caseiras e em gramas, possibilitando as indicações para as substituições.

RESULTADOS

Foi avaliada a distribuição percentual dos macronutrientes em relação à dieta estabelecida de 1300kcal, obtendo-se 15% para proteínas, 59% para carboidratos e 26% para lipídios. Cabe destacar que todos os nutrientes encontram-se dentro dos intervalos preconizados: proteína – 10% a 15%, carboidrato – 50% a 60% e lipídio – 20% a 30%6.

Os alimentos componentes da dieta (Tabela 1) foram distribuídos em seis refeições, especificando-se os pesos em gramas, as medidas caseiras, as porções e os grupos a que pertencem de acordo com os níveis da pirâmide.

Decidiu-se empregar a estrutura da pirâmide, considerando-se a experiência bem sucedida de sua utilização e indicação para orientação nutricional de indivíduos adultos, pois expressa de forma clara como escolher os alimentos que devem ser consumidos.

A pirâmide infantil foi dividida, então, em quatro níveis:
Primeiro nível: Grupo do arroz, pão, massa, batata, mandioca:constituído por cereais, tubérculos e raízes, fontes de carboidratos; contribui com a maior parte das calorias da dieta – 5 porções, sendo pelo menos uma de grãos integrais.

Segundo nível:Grupo das verduras e legumes e Grupo das frutas:fontes de vitaminas e minerais – 3 porções.

Terceiro nível:Grupo do leite, queijo e iogurte:fontes de proteínas, cálcio e vitaminas – 3 porções; Grupo das carnes e ovos:alimentos fontes de proteínas, ferro e vitaminas; inclui carne bovina e suína, aves, peixes e frutos do mar, vísceras e ovos – 2 porções; Grupo dos feijões: inclui feijão, soja, ervilha, grão de bico, fava e amendoim; alimentos fontes de proteína vegetal – 1 porção.

Quarto nível: Grupo dos óleos e gorduras (margarina/manteiga, óleo) e Grupo dos açúcares e doces (doces, mel e açúcares): fontes de gorduras e carboidratos, respectivamente; os alimentos destes grupos devem ser consumidos com moderação, pois se encontram no topo e em todos os outros níveis da pirâmide, estando presentes na composição e preparação dos alimentos – 1 porção.

Os oito grupos foram compostos com alimentos semelhantes (Figura 1) e foi definido o número de porções diárias para cada grupo (os valores das porções estão de acordo com a dieta padrão calculada).


Com relação à distribuição das refeições, 19% do valor calórico total (VCT) diário se concentra no café da manhã, 23% no almoço e 24% no jantar. O restante se distribui entre os lanches intermediários, sendo cerca de 10% em cada um. Esta distribuição não segue aquela recomendada para adultos6, considerando-se que as calorias devem ser distribuídas mais homogeneamente durante o dia, não se concentrando apenas nas refeições principais.

Foi realizado o cálculo do ferro biodisponível da dieta apresentada (1300kcal), aplicando-se o modelo teórico proposto por Monsen & Balintfy (1982)16, onde é considerada como fator estimulante da absorção do ferro a presença de carne e vitamina C nas refeições17. De acordo com os valores obtidos por refeição e o total diário (Tabela 2), a dieta proposta atinge 91,10% do valor recomendado para o ferro total (10mg) e 112,86% para o ferro biodisponível (0,7mg), para crianças de 2 a 3 anos14.

 

Para cada grupo da pirâmide, foram estabelecidas as porções dos alimentos equivalentes em energia, cujos valores foram obtidos no software "Virtual Nutri"15. Para a elaboração dos equivalentes, os componentes da dieta tiveram seus valores energéticos fixados em função da quantidade presente. Os oito grupos da pirâmide com os respectivos alimentos e seus equivalentes em porções (medidas caseiras e gramas) foram relacionados (Anexos 1 a 8) com o objetivo de definir produtos substitutos para os componentes de uma dieta qualitativa e quantitativamente equilibrada e especificar seus equivalentes em energia, além de facilitar o entendimento e a transmissão das orientações em termos do tamanho das porções.

Visando complementar a orientação nutricional, baseada na pirâmide alimentar infantil, foram definidas algumas recomendações básicas: escolher uma dieta variada com alimentos de todos os grupos da pirâmide; dar preferência aos vegetais como frutas, verduras e legumes; ficar atento ao modo de preparo dos alimentos, procurando facilitar a mastigação e deglutição pelas crianças e dando prioridade aos alimentos em sua forma natural e às preparações assadas, cozidas em água ou vapor e grelhadas; apresentar as preparações culinárias de maneira a atrair a atenção das crianças; ler os rótulos dos alimentos infantis industrializados para conhecer o valor nutritivo do alimento e o modo de preparo; introduzir novos alimentos e preparações de forma gradual e insistente, para que a criança possa aprovar e incluir em seus hábitos alimentares; utilizar açúcares, doces, sal e alimentos ricos em sódio com moderação; consumir alimentos com baixo teor de gordura, dando preferência às carnes magras; usar gorduras poliinsaturadas encontradas em óleos vegetais (girassol, milho, canola e soja).

DISCUSSÃO

A discussão pode ser conduzida sob dois aspectos: um referente aos grupos e quantidades de alimentos propostos na dieta das crianças de 2 a 3 anos e outro sobre a presença e necessidade de guias alimentares para a população infantil.

Foi necessária a adequação do tamanho da porção ao consumo habitual, às variações com relação ao apetite, bem como à limitada capacidade gástrica das crianças de 2 a 3 anos, considerando-se que porção é a quantidade de alimento em sua forma usual de consumo, estabelecida a partir das necessidades nutricionais de cada grupo etário6. Assim, o tamanho das porções mostra-se menor quando comparado com as quantidades para adultos no tocante à maioria dos grupos de alimentos, mantendo-se inalterado apenas para o Grupo das frutas e para o Grupo do leite, queijo e iogurte.

O leite mereceu atenção especial pelo fato de ser fonte de cálcio, micronutriente importante em todas as fases da vida e essencial durante a infância para a mineralização óssea e manutenção do crescimento ósseo. Com porções diárias de leite consegue-se, em média, 800mg de cálcio, suficientes para cobrir as necessidades exigidas para crianças14.

Os óleos, as gorduras, os açúcares e os doces devem ter seu consumo moderado, uma vez que já existem de forma natural, de composição ou de adição, em vários alimentos e preparações. As legendas para óleos (gota) e açúcares (cubo) estão distribuídas por todos os níveis da pirâmide5.
É recente a discussão sobre a presença de guias alimentares nos países da América Latina e a necessidade de desenvolvê-los e implementá-los. Os estudos tiveram início a partir de 1992, com a Conferência Mundial de Nutrição em Roma18.

Em 1994, o México e a Venezuela eram os únicos países da América Latina que já possuíam guias alimentares formulados. A Costa Rica iniciou o processo no mesmo ano com um diagnóstico epidemiológico da população e posterior elaboração dos guias alimentares. Alguns países elaboraram, validaram e reproduziram seus guias alimentares, os quais estão em processo de implementação, como Chile, Costa Rica, Guatemala, Panamá e Venezuela18.

A maioria dos países mencionados desenvolveram os guias alimentares para a população adulta e saudável18. A inexistência de guias específicos para a população infantil se deve à dificuldade nas adaptações dos conteúdos, das mensagens e das porções de alimentos expressas, com o propósito de torná-los compreensíveis e motivadores.

No Chile, Yañez et al. (2000)19, com a finalidade de facilitar o uso da Pirâmide Alimentar, validaram estes instrumentos para crianças em idade escolar. Na Argentina, no ano de 2000, foram desenvolvidos Guias Alimentares para a população adulta saudável e recomendou-se a definição de guias específicos para menores de 2 anos.

No Brasil, um esforço conjunto do Ministério da Saúde, da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e de universidades produziu um guia alimentar para crianças de 6 a 24 meses, considerando o perfil epidemiológico e os hábitos alimentares desta população20.

Mesmo com poucos trabalhos publicados na área de guias alimentares infantis, é válida a discussão dos presentes resultados, com relação a grupos, tipos de alimentos e preparações, formas usuais de consumo e tamanho das porções. Ressalta-se que o guia descrito nesta pesquisa necessita de validação e implementação, fases enfaticamente recomendadas pelos organismos internacionais.

CONCLUSÃO

A pirâmide alimentar desenvolvida para crianças de 2 a 3 anos de idade apresenta-se como um instrumento para orientação de pais, educadores e profissionais da área da saúde sobre a melhor forma de conduzir a alimentação infantil, servindo como guia para uma alimentação saudável.

Para a elaboração da pirâmide alimentar foram considerados fatores como a disponibilidade e a presença de alimentos que fazem parte do hábito dos brasileiros, contribuindo para o processo de adaptação da criança ao consumo alimentar da família. O tamanho das porções está adaptado às características da idade da criança, às variações do apetite e à limitada capacidade gástrica, possibilitando também fácil entendimento e aplicação.

É importante que a pirâmide alimentar seja sempre avaliada e adaptada em função dos objetivos aos quais se destina e da população a ser atingida, respeitando-se a disponibilidade de alimentos regionais e os hábitos alimentares, pois assim ela pode se tornar um guia prático de orientação nutricional.

AGRADECIMENTOS

Mariana Nogueira Ferreira bolsista PIBIC-CNPq, e as alunas de Graduação do Curso de Nutrição, Faculdade de Saúde Pública, USP, Camila Gonçalves Guimarães e Roberta de Lima Reis Coutinho.

REFERÊNCIAS
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[ Lilacs ]
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